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quarta-feira, 13 de abril de 2011

IRRIGAÇÃO DO EUCALIPTO LOGO APÓS O PLANTIO

Em geral o plantio do Eucalipto em muda ocorre sempre logo após a chuva, com a terra molhada. Na fazenda da Casamassima, em Buritizeiro, Minas Gerais, através do fomento com a Votorantim está sendo realizado um plantio de grandes proporções e, uma das recomendações dadas pelos responsáveis técnicos é a irrigação logo após o plantio.

A chuva cai e logo em seguida se dá o plantio, o sol e o calor do dia já começam a interferir na muda quando toca o solo. A muda é colocada em um buraco exatamente do tamanho do tubete e a irrigação em seguida garante que não ocorra perda por falta de água, devido ao buraco maior. O que ocorre é que se a raiz da planta não tocar o solo e se formar ali uma bolsa de ar, a muda pode morrer ou não se desenvolver propriamente. A irrigação logo após o plantio elimina esse empecilho.


Uma das questões mais relevantes em relação à produção florestal é a irrigação. O déficit hídrico acarreta perdas significativas na produção, gerando inclusive a “queima de ponteira”.

Essa técnica garante o crescimento das mudas com melhor aproveitamento e a diminuição do replantio por perda de mudas devido à déficit hídrico.

Fonte: Painel Florestal

segunda-feira, 21 de março de 2011

IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS

Mais um vídeo da série COMO PLANTAR EUCALIPTO do Painel Florestal.
Assistam:

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

PLANTIO DE EUCALIPTO EM GRANDES ÁREAS -IV

Carregamento

O carregamento dos caminhões pode ser executado com tratores adaptados com grua ou com carregadores especiais para a área florestal, como por exemplo os carregadores florestais.

A junção entre colheita, baldeio ou arraste e carregadores é chamado de módulo florestal. Os módulos florestais melhores para cada tipo de floresta vão depender muito do diâmetro das árvores, rotação da floresta, número de fuste por cepa, declividade do terreno, etc.

Após efetuar todas as etapas, a escolha do transporte ideal é decisiva para manter a qualidade da madeira. No Brasil a maioria do transporte de cargas é efetuado por modal rodoviário, por isto é de grande importância que os equipamentos utilizados apresentem uma tecnologia compatível com suas necessidades. A madeira utilizada pelos consumidores nacionais são transportadas traçadas, em árvores inteiras ou em cavacos.

No sistema de madeira traçada pode-se transportar a carga longitudinalmente ou transversalmente do caminhão, dependendo do comprimento da madeira utilizada. Este sistema é mais utilizado nas industrias de papel e celulose, pequenos consumidores de madeira, indústria de aglomerado, MDF, chapas de fibra, e outros.

Já no sistema de árvores inteiras, a madeira é transportada no sentido longitudinal do caminhão e é mais utilizado para espécies nativas ou para madeiras exóticas com a finalidade de uso em serraria.

Um outro sistema é o transporte de madeira em forma de cavacos. Este sistema utiliza máquinas picadoras no campo e a mudança total das carrocerias dos caminhões.

Também é utilizado no Brasil um sistema onde uma só máquina faz as etapas de baldeio, carregamento e transporte de madeira até a fábrica. Este equipamento fora de estrada é chamado de Timber Hauler. O que torna difícil sua utilização é que esta máquina só pode trafegar em estradas particulares devido a não adaptação do Timber Hauler as leis de tráfego brasileiras em estradas comuns, como por exemplo a sua largura e peso da composição.

Fonte: Floresta Brasil

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

PLANTIO DE EUCALIPTO EM GRANDES ÁREAS -III

Tratos culturais
É muito importante que as mudas plantadas fiquem livres de matos, principalmente no estágio inicial. Para eliminar o mato competição, além da aplicação de herbicida com equipamento adequado é recomendado fazer o pré-plantio e o pós plantio.

No pré-plantio é feita a eliminação das ervas infestantes para limpeza da área de plantio através do uso de herbicida pós-emergente liberados para uso florestal (bomba costal ou tratorizada).

O pós-plantio é conduzido através de intervenções nas áreas plantadas para eliminação das ervas infestantes, através do controle manual (capinas e roçadas), mecânico (roçadeiras) ou químico (herbicidas pré e pós-emergentes).

Entre os tratos culturais está o combate à formiga, principalmente. Para isso, é necessário um controle rigoroso utilizando métodos eficientes e seguros.

O combate consiste na eliminação de formigas cortadeiras através da aplicação localizada de isca formicida granulada no formigueiro ativo. O controle é feito com produto à base de sulfluramida, que é um composto químico de baixa toxicidade, classe IV (faixa verde, pouco tóxico) e biodegradável.

Repasse a formiga: eliminação das formigas remanescentes do primeiro combate através da aplicação localizada de isca formicida granulada no formigueiro ativo.

Outra operação importante é a redução de brotações através de moto-roçadeira ou ferramentas manuais. No caso do eucalipto pode ser deixado apenas um broto selecionado por cepa. A operação é realizada entre 8 e 12 meses após o corte, conforme o estágio de desenvolvimento da brotação.

A adubação de manutenção é realizada após o primeiro ano de plantio em áreas de implantação, reforma, rebrota ou desbaste.

Colheita
A atenção das empresas florestais e consumidores de madeira com relação a colheita florestal sempre foi muito grande por causa da alta representatividade nos custos de produção e elevada demanda de mão-de-obra.

Existem três sistemas de colheita florestal utilizados no Brasil, o manual, o semi-mecanizado e o mecanizado.

O sistema de colheita manual consiste na derrubada, desgalhamento e traçamento realizado apenas com o uso do machado. Já no sistema semi-mecanizado é utilizada alguma máquina aliada ao trabalho manual, como, por exemplo, realizar a derrubada e o processamento das árvores em toras utilizando motosserra e proceder o desgalhamento com o uso do machado.

O sistema mecanizado utiliza máquinas para realizar todas as operações de colheita, como, por exemplo, utilizar o Harvester para derrubar, desgalhar e torar as árvores. Existem diversos equipamentos utilizados para as diferentes operações florestais, bem como:

Feller-bunchers: são equipamentos sofisticados (tratores florestais cortadores - acumuladores) que acumulam árvores durante o processo de abate formando pilhas, o que facilita o transporte.

Harvesters: são máquinas polivalentes auto-propelidas (rodas ou esteira) que são capazes de operarem como cortadoras e processadoras de árvores e também cavaqueamento e/ou transporte de madeira.

O baldeio ou arraste pode ser realizada através de tratores adaptados (auto-carregáveis), ou por máquinas especificas para esta função com Skidder (Arraste) e o Forwarder (baldeio).

Forwarders (tratores florestais auto-carregáveis) - oferece condições ergonômicas favoráveis aos operadores, indicado também em desbastes iniciais (impacto reduzido em relação as demais técnicas). Capacidade de formar pilhas com até 4 metros de altura. Diminui manuseio de toras.

Skidders - utilizados para a extração de toras, apareceram em cena durante a década de 60, são veículos versáteis e fortes, fáceis de operar e econômicos. Robustez e facilidade de manutenção os tornam populares nos Estados Unidos, além de poderem trabalhar com uma larga margem de tamanhos de árvores.

Fonte: Floresta Brasil

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

PLANTIO DE EUCALIPTO EM GRANDES ÁREAS -II

Adubações
Antes da adubação é indicado realizar análise de solo para recomendação da calagem e fertilização. A adubação de plantio visa o suprimento de nutrientes na fase inicial de vida da planta, realizada manualmente em mistura na cova de plantio. Já, a adubação em cobertura se aplica apenas em solos de baixíssima fertilidade.

Caso não seja realizada a análise do solo, pode-se adicionar à terra retirada da cova o adubo simples na dosagem de 120 g por cova. Misturar com a terra e após 40 ou 50 dias do plantio efetua-se a fertilização de cobertura ao redor da mudas, utilizando 100g de adubo.

Plantio
O plantio das mudas de eucalipto é realizado manualmente, através do uso de ferramentas apropriadas. Logo após o plantio, as mudas plantadas são irrigadas. Dependendo das condições climáticas pós-plantio, irrigações complementares são realizadas.

Posteriormente é feito o replantio e irrigação somente nas áreas (talhões) que apresentarem índices de falhas iguais ou superiores a 10% (clone) e 15% (semente) para espaçamentos entre mudas inferiores ou iguais a 9 m³ por planta. Para espaçamentos superiores, considera-se um índice de falha máximo de 3%, independente do material genético.

Fonte: Floresta Brasil

PLANTIO DE EUCALIPTO EM GRANDES ÁREAS

Escolha das Mudas
Em primeiro lugar é preciso ESCOLHER MUDAS DE QUALIDADE, o que evitará inúmeros problemas e permitirá obter uma floresta de qualidade. Para se obter uma maior produtividade é imprescindível que as mudas sejam clonadas, como já dissemos AQUI.

Tratos culturais
Depois vem o preparo do solo para receber o plantio de mudas em áreas de reforma (prévia eliminação das cepas rebrotadas, através do uso de herbicidas pós-emergentes) ou implantação.

Em seguida é efetuada a operação de sulcamento, baseada no conceito de cultivo mínimo. É realizada com o objetivo de romper possíveis camadas compactadas do solo e facilitar o coveamento e a aplicação de herbicida pré-emergente. Com isso, garante um rápido pegamento das mudas, maior uniformidade do plantio e o rápido crescimento na fase inicial do plantio.

Coveamento é a técnica utilizada para abertura das covas em áreas inclinadas, através do uso de enxadões (manualmente). As covas devem ser feitas, preferencialmente, com 20 cm de largura e 30 cm de profundidade nos espaçamentos desejados (mais comumente, 3,0 x 2,0 m).

Fonte: Floresta Brasil

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

PREPARAÇÃO IDEAL DO SOLO PARA PLANTIO DE EUCALIPTO

Revolvimento do solo

È muito importante revolver o terreno para facilitar o plantio, fixar as raízes, aumentar a absorção de umidade, melhorar o crescimento e sobrevivência das mudas, além de facilitar o controle das plantas daninhas. Atualmente, não é mais recomendado o uso de arado ou grades pesadas, porque estes equipamentos causam uma revirada e perturbação nas camadas do solo, com prejuízos no aproveitamento da sua fertilidade natural e perda da matéria orgânica; ao invés disso, têm sido utilizados, preferencialmente, o subsolador e sulcador, somente nas linhas de plantio, objetivando o cultivo mínimo. Não se deve fazer o revolvimento do solo nos terrenos inclinados para não provocar erosão; nesse caso, as covas devem ser grandes para garantir o bom desenvolvimento das mudas.


Espaçamento
Por espaçamento entende-se a área ou espaço necessário para o crescimento e o desenvolvimento das plantas. O espaçamento é definido em função da espécie, grau de melhoramento, fertilidade do solo e dos produtos finais a serem obtidos. Os espaçamentos mais utilizados pelas empresas de reflorestamento estão apresentados abaixo

Espaçamento, densidade de plantas e finalidade de plantio mais utilizados nas empresas de reflorestamento no Brasil.

Espaçamento (m) Nº de plantas por hectare Finalidade do plantio
3,0 x 1,5 2,222 lenha, carvão, mourão, celulose

3,0 x 2,0 1,667 lenha, carvão, mourão, celulose

2,5 x 2,5 1,600 lenha, carvão, mourão, celulose

3,0 x 3,0 1,111 celulose, carvão, lenha, serraria

O espaçamento ideal é aquele que produz o máximo de madeira em volume, forma e qualidade, com o menor custo. O mais recomendado é que os plantios tenham, no mínimo, entre 6 a 9 metros quadrados por planta, com o mínimo de três metros entre as linhas de plantio.

Fonte: Prof. José de Castro Silva

terça-feira, 27 de julho de 2010

SUZANO APOSTA NO PLANTIO NOTURNO PARA GARANTIR MAIOR PRODUTIVIDADE

Clima semiárido exigiu estratégia inovadora para garantir alto desempenho dos plantios


A implantação das operações da Suzano Papel e Celulose no Maranhão e Piauí para atender ao novo ciclo de crescimento anunciado em 2008, que prevê a construção de duas unidades a serem inauguradas, respectivamente em 2013 e 2014, tem exigido planejamento, metas claras e estratégias inovadoras para superar os desafios de um projeto desta grandiosidade.

Para driblar o clima semiárido e garantir o bom desempenho das áreas florestais no Piauí, parte das atividades de plantio passaram a ser executadas no período da noite. Passado o período de chuvas, que vai de dezembro a julho, o tempo é seco e muito quente. Segundo o Gerente Executivo de Operações Florestais no Piuaí, |Ricardo Simonetti, a temperatura varia entre 35oC e 45oC à sombra. “Essa condição climática dificulta tanto as condições humanas de trabalho quanto a sobrevivência das mudas”, explica, Simonetti.

Com o objetivo de cumprir as rigorosas metas do ano passado, fixadas em 11 mil hectares plantados até dezembro, a equipe identificou que o plantio noturno era uma excelente alternativa, garantindo melhores condições para os colaboradores e para o desenvolvimento das mudas. No entanto, foi preciso encontrar soluções para ter um terreno mais limpo, equipamentos de iluminação, optar pelo plantio com hidrogel e realizar irrigações no ato do plantio, de modo que elas permaneçam úmidas por mais tempo.

Os resultados foram muito positivos. “A produtividade é pelo menos 20% maior do que plantar no período diurno”, diz Simonetti. “Enquanto a equipe consumia 60 galões de água durante o dia para manter os colaboradores hidratados, no período da noite essa média caiu para 10 galões. “Embora o trabalho noturno seja mais oneroso, a maior produtividade e a satisfação das pessoas garantem o retorno positivo dessa iniciativa”, completa.

Em 2010, a previsão é plantar outros 38 mil hectares e dar continuidade às atividades de plantio noturno, especialmente entre os meses de junho a dezembro. Assim, manteremos boa parte da mão-de-obra contratada, reduzindo a sazonalidade e o contribuindo para o impacto social positivo na região.

Fonte: GWA

quinta-feira, 17 de junho de 2010

VÍDEO 4: A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA

Continuamos a série de vídeo COMO PLANTAR.

O vídeo de hoje mostra a importância da água.

Assista:

segunda-feira, 14 de junho de 2010

VÍDEO 3: ANÁLISE DO SOLO

Série COMO PLANTAR do Painel Florestal.
O assunto agora é sobre análise do solo, muito importante para o sucesso de sua floresta.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

VÍDEO 2: SOLO

Neste segundo vídeo da série COMO PLANTAR do Painel Florestal, o assunto é o solo. Veja:

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

COMBATE A FORMIGAS EM PLANTIOS DE EUCALIPTO

REPORTAGEM DO JORNAL ESTADO DE MINAS NO DIA 14/12/2009

Um dos maiores inimigos de plantios de várias espécies, como o eucalipto, são as formigas-cortadeiras. Por esse motivo, elas devem ser combatidas de 30 a 60 dias antes do preparo do terreno. Esse combate deve ser feito de preferência de meados de agosto a meados de outubro, épocas em que costuma não chover, e já próximas do período de plantio.

Após o primeiro combate, o produtor deve vigiar constantemente a área. Aparecendo nova movimentação de formigas, deve ser feita nova aplicação de imediato, mesmo após o plantio.

O formicida mais fácil de usar, de menor custo, e que apresenta bons resultados quando aplicado corretamente, são as iscas granuladas.

Devem ser usadas iscas à base de sulfuramida, registradas no Ministério da Agricultura.

APLICAÇÃO
Deve-se medir a terra solta em cima do formigueiro para obter a área em metros quadrados, o que é obtido multiplicando-se o comprimento da terra solta pela sua largura. Usar para cada metro quadrado de formigueiro a dosagem recomendada pelo fabricante na embalagem, que geralmente é de 6 a 10 gramas de isca por metro quadrado.

A quantidade calculada de iscas deve ser distribuída ao lado dos carreiros mais movimentados, usando sempre o equipamento de proteção individual (EPI) e respeitando as demais normas de segurança conforme recomendações do Receituário Agronômico e das contidas na embalagem do fabricante. As próprias formigas se encarregarão de levar a isca para dentro dos formigueiros, que contaminará os fungos dos quais as formigas se alimentam, matando-as de fome.

LEMBRAR QUE:
. As iscas só podem ser usadas na época seca.
. Não devem ser aplicadas em terreno molhado.
. Deve-se aplicar a isca no fim da tarde.
. Não se deve tocar a isca sem luvas. Além do problema da toxidez para o aplicador, o cheiro da mão nua passará para a isca, e as formigas não carregarão a isca.
. Procure sempre um técnico para orientá-lo.

OBSERVAÇÃO:
As iscas formicidas são produtos tóxicos, e para sua aquisição é necessário que um profissional habilitado emita o Receituário Agronômico, devendo as recomendações ali fornecidas ser estritamente seguidas, inclusive quanto ao uso de equipamento de proteção individual.


Fonte: Ivo Pera Eboli, engenheiro florestal, coordenador técnico estadual de Silvicultura da Emater-MG

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

ABERTA A TEMPORADA DE PLANTIO DE EUCALIPTO


Está aberta a temporada de Plantio de Eucalipto, passada as incertezas geradas pela crise, o plantio deste ano começa a todo vapor, num cenário econômico muito mais positivo e animador.

Esse é um mercado promissor e as perspectivas para os próximos anos são ótimas, não só pela demanda crescente do produto e pela multiplicidade de usos do Eucalipto, como pelo seu forte apelo Ambiental. Acredita-se que em pouco tempo toda a madeira que usaremos no Mundo será reflorestada.

E nós da Griff Florestal temos nos dedicado a produzir mudas cada vez melhores para atender este mercado que cresce e se torna cada vez mais exigente e competitivo.

E realmente acreditamos no Eucalipto como uma alternativa de investimento seguro e rentável, pois além de produzirmos mudas nós também plantamos EUCALIPTO. E este ano já demos início ao plantio de nossas Florestas.

Mas esta temporada está apenas começando e se você tem interesse de plantar este ano, ainda dá tempo, mas já está na hora de começar a se organizar.
Conte conosco!