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terça-feira, 27 de julho de 2010

SUZANO APOSTA NO PLANTIO NOTURNO PARA GARANTIR MAIOR PRODUTIVIDADE

Clima semiárido exigiu estratégia inovadora para garantir alto desempenho dos plantios


A implantação das operações da Suzano Papel e Celulose no Maranhão e Piauí para atender ao novo ciclo de crescimento anunciado em 2008, que prevê a construção de duas unidades a serem inauguradas, respectivamente em 2013 e 2014, tem exigido planejamento, metas claras e estratégias inovadoras para superar os desafios de um projeto desta grandiosidade.

Para driblar o clima semiárido e garantir o bom desempenho das áreas florestais no Piauí, parte das atividades de plantio passaram a ser executadas no período da noite. Passado o período de chuvas, que vai de dezembro a julho, o tempo é seco e muito quente. Segundo o Gerente Executivo de Operações Florestais no Piuaí, |Ricardo Simonetti, a temperatura varia entre 35oC e 45oC à sombra. “Essa condição climática dificulta tanto as condições humanas de trabalho quanto a sobrevivência das mudas”, explica, Simonetti.

Com o objetivo de cumprir as rigorosas metas do ano passado, fixadas em 11 mil hectares plantados até dezembro, a equipe identificou que o plantio noturno era uma excelente alternativa, garantindo melhores condições para os colaboradores e para o desenvolvimento das mudas. No entanto, foi preciso encontrar soluções para ter um terreno mais limpo, equipamentos de iluminação, optar pelo plantio com hidrogel e realizar irrigações no ato do plantio, de modo que elas permaneçam úmidas por mais tempo.

Os resultados foram muito positivos. “A produtividade é pelo menos 20% maior do que plantar no período diurno”, diz Simonetti. “Enquanto a equipe consumia 60 galões de água durante o dia para manter os colaboradores hidratados, no período da noite essa média caiu para 10 galões. “Embora o trabalho noturno seja mais oneroso, a maior produtividade e a satisfação das pessoas garantem o retorno positivo dessa iniciativa”, completa.

Em 2010, a previsão é plantar outros 38 mil hectares e dar continuidade às atividades de plantio noturno, especialmente entre os meses de junho a dezembro. Assim, manteremos boa parte da mão-de-obra contratada, reduzindo a sazonalidade e o contribuindo para o impacto social positivo na região.

Fonte: GWA

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

QUAL O PADRÃO DE MUDAS RECOMENDADO PELA EMBRAPA?

As mudas devem estar vigorosas, com a copa bem formada e o sistema radicular vigoroso.
Após o final da fase de rustificação, as mudas deverão ser novamente selecionadas e padronizadas. As que estiverem fora do padrão estabelecido deverão ser retornadas à fase de rustificação ou, eventualmente, de crescimento. Como padrão de muda adequada ao plantio, recomenda-se adotar os seguintes níveis críticos:
1. altura da parte aérea: 14 a 15 cm;
2. diâmetro do colo: 3 a 4 mm.
Mudas da Griff Florestal (Clic para aumentar)

O que é rustificação das mudas?
A rustificação das mudas é feita com o objetivo de prepará-las, fisiologicamente, para suportar o choque do plantio e as adversidades ambientais das primeiras semanas que o sucedem. As mudas deverão estar preparadas, com reserva nutricional que lhes possibilite o pronto crescimento, bem como a tolerância aos estresses (falta de água, retirada dos tubetes e transporte). Algumas práticas de rustificação das mudas, envolvendo controle do regime de água e adubação, podem minimizar esses problemas. (Fonte: Embrapa)

terça-feira, 28 de julho de 2009

QUAL A VENTAGEM DAS MUDAS DE EUCALIPTO FEITAS EM TUBETES?

O sistema de produção de mudas em tubetes está cada vez mais utilizado, e tem como objetivo melhorar a qualidade da muda.

As funções básicas dos tubetes são:
Biológica - propiciar suporte e nutrição às mudas, proteger as raízes de danos mecânicos e da desidratação, molda-las em forma favorável para o desenvolvimento das raízes, bem como maximizar a taxa de sobrevivência e crescimento inicial após o plantio, além de estender a época de plantio.
Operacional - racionalizar o manejo no viveiro, viabilizando a mecanização de quase todas as fases, o enchimento das embalagens, a semeadura, a classificação e o transporte das mudas, além de um maior rendimento no plantio posterior.

Vantagens do sistema de tubetes:
• Menores dimensões do torrão (diâmetro) favorecendo o processo produtivo (maior eficiência), o transporte e o plantio;
• Boas condições de assepsia , reduzindo os riscos de ocorrência de doenças;
• Melhor qualidade para o sistema radicular.

Fonte: Guia Florestal

quarta-feira, 8 de julho de 2009

EUCALIPTO IRRIGADO - PRECOCIDADE E PRODUTIVIDADE

O eucalipto já tem uma excelente produtividade no Brasil imagine irrigado então! A notícia do jornal Correio do Estado do MS fala sobre um projeto de eucalipto irrigado para suprir de madeira a empresa MMX para a produção de ferro gusa em Corumbá:

A MMX tem um projeto pioneiro no País de fertirrigação em florestas plantadas com eucalipto, objetivando dobrar a produtividade por hectare da cultura em MS nos próximos cinco anos. A estimativa da empresa é que a irrigação estratégica de água e nutrientes nas quantidades necessárias ao desenvolvimento das plantas possa reduzir o tempo de corte do eucalipto dos atuais sete anos para cinco anos, além de elevar o rendimento de 35 metros cúbicos de madeira por hectare/ano para 80 m³ de madeira/ha/ano.

De acordo com o gerente florestal da MMX, Antônio José, além de duplicar a produtividade, o projeto possibilitará a redução, pela metade, da área plantada com eucalipto e o encurtamento do ciclo da cultura. "A meta é dobrarmos a produtividade em relação ao plantio convencional que não recebe fertirrigação", disse.

Para alcançar estes objetivos, a empresa investiu numa técnica desenvolvida pela empresa israelense Netafim, que está presente em mais de 120 países, que evita a erosão do solo e gera baixa evaporação da água. O processo, segundo a empresa, disponibiliza água e nutrientes de forma racional para a planta, na quantidade exata que ela precisa, de forma que a planta receba o volume adequado de água durante todo o ano, mesmo no período de seca.