Este ano na Câmara vem sendo marcado por um forte desacordo entre ambientalistas e ruralistas. A disputa gira em torno do novo Código Florestal, que está em análise na Casa e deve ser votado depois das eleições presidenciais.
O Código Florestal hoje em vigor no Brasil data de 1965. No ano passado começou a funcionar na Câmara a comissão especial para analisar um projeto de lei que altera o Código. A comissão fez mais de 60 reuniões para discutir o assunto. Muitas vezes, o clima ficou tenso.
Apesar das críticas, o projeto do deputado Aldo Rebelo foi aprovado no início de julho e está pronto para ser votado em plenário. Um dos pontos mais polêmicos da proposta é a proibição de abertura de novas áreas para agricultura ou pecuária em qualquer propriedade do País por cinco anos. Em troca, as terras que estavam em uso na agropecuária até julho de 2008 seriam reconhecidas e regularizadas. Outro assunto questionado é a permissão para que os estados alterem as áreas de reserva legal de acordo com estudos técnicos e o Zoneamento Ecológico-Econômico.
Para os ambientalistas, um dos principais problemas do relatório é a diminuição das faixas de proteção ao longo dos rios, o que seria uma ameaça à qualidade das águas. O relatório também excluiu as pequenas propriedades, de até quatro módulos fiscais, da obrigatoriedade de recompor a reserva legal. O documento mantém os percentuais de preservação para as outras propriedades: as reservas legais terão de preservar 80% da vegetação nativa na área de floresta da Amazônia Legal, 35% do Cerrado e 20% da vegetação no resto do País.
Segundo o deputado Germano Bonow (DEM-RS), boa parte das questões polêmicas do novo Código Florestal são de caráter político. Para ele os ambientalistas e ruralistas precisam ceder um pouco, pelo bem do País. “Estamos muito próximos de um acerto quanto ao projeto”, diz. “Precisamos aprender a ver o Brasil não como um todo uniforme, mas respeitando suas partes completamente distintas”.
Fonte: Câmara dos deputados – Adaptado por Painel Florestal
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O CRESCIMENTO DO EUCALIPTO
Segundo o IEA/SP, a rentabilidade do eucalipto é maiorque a do boi em São Paulo e pode empatar ou superar a da cana-de-açúcar.São Paulo possui 800 mil hectares de eucalipto, o líder do ranking é MG com 1,3 milhão de hectares de área plantada.
Francisco Cândido da Silva é um português da ilha da Madeira que imigrou para o Brasil há quase 60 anos. Na época, ele preferiu a mudança a correr risco de ser convocado pelo exército e enviado para a África para combater os movimentos separatistas nas antigas colônias nde Angola e Moçambique, durante a ditadura salazarista (Antônio de Oliveira Salazar governou Portugal de 1932 a 1968). Francisco deixou a família em uma pequena propriedade produtora de banana e açúcar e prometeu que algum dia voltaria a viver no campo- se não em Portugal, pelo menos no Brasil.
Seu Chico, como é mais conhecido, cumpriu atividades diferentes, em várias cidades brasileiras, até se aposentar por uma multinacional da área química na região metropolitana de São Paulo. Filhos criados, decidiu retornar sua jura e comprou um sítio em Salesópolis, não muito longe da capital paulista. Na época, seu projeto resumia-se a uma vida da mais pacata possível, compequenos cultivos de hortaliça, umas galinhas no quintal, um porquinho ou dois. A zona rural do munícipio passava, porém, por grande transformação. Pequenos e médios produtores rurais há muito estabelecidos naregião começavam a investir pesado no plantio de eucalipto.
A sivicultura tornou-se uma alternativa rentável naquelas áreas montanhosas, de baixa fertilidade- por isso mesmo menos disputadas pela agricultura tradicional. Tais áreas são inviáveis até mesmo para grandes empresas de papel e celulose, que precisam de terras planas para mecanizar o plantio e a colheita dos eucaliptais. Há sete anos, Seu Chico decidiu propor sociedade aos três filhos e a um amigo na formação de 36 hectares com essa árvore originária da Austrália e que começou a ser explorada comercialmente no Brasil no início do século XX. Agora, ele se prepara para colher 10,5 mil m³ de madeira. Seu Chico Cândido poderia antecipar o corte para cinco anos como muitos fazem, mas prefere extrair toras mais grossas, mais valiosas- por isso cumpre o ciclo de seis a sete anos, do plantio à primeira extração.
O atrativo para agricultores como ele está no valor do produto. O pagamento mínimo pe de R$50 por metro estéreo- medida de volume para a lenha (um metro cúbico equivale a 1,55 metro estéreo). E o custo de prodição fica em torno de R$22.
"A conta inclui contratação de trabalhadores para o corte e transporte da madeira", informa Seu Chico. O produtor José Renó do Prado, diretor da Cooperativa Agrícola Mista do Alto Tiête (Camat), que reúne 140 produtores, vê no eucalipto uma das únicas alternativas para a região.
"A cultura tem manejo simples e necessita de pouco capital". Segundo ele o investimento inicial é de R$0,25 na compra da muda e mais R$2 para cada metro estéreo- nas aplicações de adubo, herbicida e limpeza da área.
Dos 800 mil hectares de eucaliptais de São Paulo, 20% são conduzidos por pequenos e médois agricultores, conforme levantamento do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secreataria da Agricultura de São Paulo.
Os dados apontam que, em 1995, eles eram 30 mil produtores; em 2008, já somavam 44 mil. Na avaliação do pesquisador Eduardo Pires Castanho Filho, a ocupação com a cultura vem ocorrendo em especial nas áreas de pastagens degradadas. "A pouca exigência por solos férteis é mais um atrativo do eucalipto, que não entra na disputa como outras culturas que necessitam de mais adubação", explica. O outro estímulo oferecido pela cultura é que, após ser cortada, brota por mais duas vezes, em um ciclo que dura 15 anos. No entanto, é na contabilidade final que o plantio se mostra mais rentável para o produtor. na comparação do IEA, a rentabilidade anual da criação de gado em São Paulo, nos últimos cinco anos, foi de R$150 por hectare. No mesmo período, a do eucalipto chegou a atingir R$1 mil, superando às vezes a da cana-de-açúcar, que oscila entre R $800 e R$ 1 mil.
Pela primeira vez, Jovinal de Mello Bruno lida com esse plantio. Na juventude ele trabalhou com a criação de animais e o cultivo de hortaliçascom a família. Depois, arrumou emprego em São Paulo, mas percebeu que poderia voltar para Salesópolis se trabalhasse com eucaliptos. Ele se juntou ao pai e ao sogro, em uma área de 12 hectares, e produzem entre 1,6 mil e 2,2 mil metros estéreos a cada cinco anos. Presidente da Camat desde o ano passado, Jovinal, avalia que os agricultores estão amis animados, por conta do crescimento do mercado de construção civil. Por essa razaão, ele e os associados sentiram a necessidade da instalação de uma serraria dentro da cooperativa. A intenção é processar a madeira e vender diretamente para as construtoras.
Nas contas da Camat, se a comercialização for feita messes moldes, o ganho torna-se 60% maior, porque existe a separação das partes nobres da árvore. José Renó explica que o eucalipto tem a "torinha" parte com maior diâmetro da árvore ( em torno de 4 metros) e altura média de 2,2 metros. Ela vale R$100 por metro estéreo. " Mas não tem diferença alguma se vendida para as indústrias de papel e celulose", comenta. Dos 500 mil metros cúbicos de madeira produzidos por ano em Salesópolis, 30% estão sendo direcionados para a construção civil. "Até o ano passado, ficava em torno de 15% a 20%".
Mas é a indústria de papel e celulose que compra a maior parte do eucalipto, em torno de 29 milões de metros cúbicos dos 45 milhões produzidos por ano no estado. Conforme a Associação Brasileira do Produtores de Florestas Plantadas (ABRAF), as grandes companhias do setor preparam investimentos de US$ 5,5 bilhões nos próximos anos com novas instalações no estado do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Piauí.
Fonte: Globo Rural
Francisco Cândido da Silva é um português da ilha da Madeira que imigrou para o Brasil há quase 60 anos. Na época, ele preferiu a mudança a correr risco de ser convocado pelo exército e enviado para a África para combater os movimentos separatistas nas antigas colônias nde Angola e Moçambique, durante a ditadura salazarista (Antônio de Oliveira Salazar governou Portugal de 1932 a 1968). Francisco deixou a família em uma pequena propriedade produtora de banana e açúcar e prometeu que algum dia voltaria a viver no campo- se não em Portugal, pelo menos no Brasil.
Seu Chico, como é mais conhecido, cumpriu atividades diferentes, em várias cidades brasileiras, até se aposentar por uma multinacional da área química na região metropolitana de São Paulo. Filhos criados, decidiu retornar sua jura e comprou um sítio em Salesópolis, não muito longe da capital paulista. Na época, seu projeto resumia-se a uma vida da mais pacata possível, compequenos cultivos de hortaliça, umas galinhas no quintal, um porquinho ou dois. A zona rural do munícipio passava, porém, por grande transformação. Pequenos e médios produtores rurais há muito estabelecidos naregião começavam a investir pesado no plantio de eucalipto.
A sivicultura tornou-se uma alternativa rentável naquelas áreas montanhosas, de baixa fertilidade- por isso mesmo menos disputadas pela agricultura tradicional. Tais áreas são inviáveis até mesmo para grandes empresas de papel e celulose, que precisam de terras planas para mecanizar o plantio e a colheita dos eucaliptais. Há sete anos, Seu Chico decidiu propor sociedade aos três filhos e a um amigo na formação de 36 hectares com essa árvore originária da Austrália e que começou a ser explorada comercialmente no Brasil no início do século XX. Agora, ele se prepara para colher 10,5 mil m³ de madeira. Seu Chico Cândido poderia antecipar o corte para cinco anos como muitos fazem, mas prefere extrair toras mais grossas, mais valiosas- por isso cumpre o ciclo de seis a sete anos, do plantio à primeira extração.
O atrativo para agricultores como ele está no valor do produto. O pagamento mínimo pe de R$50 por metro estéreo- medida de volume para a lenha (um metro cúbico equivale a 1,55 metro estéreo). E o custo de prodição fica em torno de R$22.
"A conta inclui contratação de trabalhadores para o corte e transporte da madeira", informa Seu Chico. O produtor José Renó do Prado, diretor da Cooperativa Agrícola Mista do Alto Tiête (Camat), que reúne 140 produtores, vê no eucalipto uma das únicas alternativas para a região.
"A cultura tem manejo simples e necessita de pouco capital". Segundo ele o investimento inicial é de R$0,25 na compra da muda e mais R$2 para cada metro estéreo- nas aplicações de adubo, herbicida e limpeza da área.
Dos 800 mil hectares de eucaliptais de São Paulo, 20% são conduzidos por pequenos e médois agricultores, conforme levantamento do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secreataria da Agricultura de São Paulo.
Os dados apontam que, em 1995, eles eram 30 mil produtores; em 2008, já somavam 44 mil. Na avaliação do pesquisador Eduardo Pires Castanho Filho, a ocupação com a cultura vem ocorrendo em especial nas áreas de pastagens degradadas. "A pouca exigência por solos férteis é mais um atrativo do eucalipto, que não entra na disputa como outras culturas que necessitam de mais adubação", explica. O outro estímulo oferecido pela cultura é que, após ser cortada, brota por mais duas vezes, em um ciclo que dura 15 anos. No entanto, é na contabilidade final que o plantio se mostra mais rentável para o produtor. na comparação do IEA, a rentabilidade anual da criação de gado em São Paulo, nos últimos cinco anos, foi de R$150 por hectare. No mesmo período, a do eucalipto chegou a atingir R$1 mil, superando às vezes a da cana-de-açúcar, que oscila entre R $800 e R$ 1 mil.
Pela primeira vez, Jovinal de Mello Bruno lida com esse plantio. Na juventude ele trabalhou com a criação de animais e o cultivo de hortaliçascom a família. Depois, arrumou emprego em São Paulo, mas percebeu que poderia voltar para Salesópolis se trabalhasse com eucaliptos. Ele se juntou ao pai e ao sogro, em uma área de 12 hectares, e produzem entre 1,6 mil e 2,2 mil metros estéreos a cada cinco anos. Presidente da Camat desde o ano passado, Jovinal, avalia que os agricultores estão amis animados, por conta do crescimento do mercado de construção civil. Por essa razaão, ele e os associados sentiram a necessidade da instalação de uma serraria dentro da cooperativa. A intenção é processar a madeira e vender diretamente para as construtoras.
Nas contas da Camat, se a comercialização for feita messes moldes, o ganho torna-se 60% maior, porque existe a separação das partes nobres da árvore. José Renó explica que o eucalipto tem a "torinha" parte com maior diâmetro da árvore ( em torno de 4 metros) e altura média de 2,2 metros. Ela vale R$100 por metro estéreo. " Mas não tem diferença alguma se vendida para as indústrias de papel e celulose", comenta. Dos 500 mil metros cúbicos de madeira produzidos por ano em Salesópolis, 30% estão sendo direcionados para a construção civil. "Até o ano passado, ficava em torno de 15% a 20%".
Mas é a indústria de papel e celulose que compra a maior parte do eucalipto, em torno de 29 milões de metros cúbicos dos 45 milhões produzidos por ano no estado. Conforme a Associação Brasileira do Produtores de Florestas Plantadas (ABRAF), as grandes companhias do setor preparam investimentos de US$ 5,5 bilhões nos próximos anos com novas instalações no estado do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Piauí.
Fonte: Globo Rural
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
MERCADO PROMISSOR PARA O EUCALIPTO
No Brasil, as áreas de florestas plantadas acumularam em 2008 a marca de 6,5 milhões de hectares, 4,26 milhões só com eucalipto. O país possui ainda vantagens em relação aos seus concorrentes: no Brasil uma árvore de eucalipto leva 7 anos para chegar à idade de corte, já no Hemisfério Norte pode demorar entre 20 e 30 anos. Adicionalmente, a produtividade brasileira é superior, o que permitiu exportar no acumulado de 2008 US$ 6,8 bilhões de produtos florestais de áreas plantadas, como celulose, madeira serrada e compensados.
O excelente desempenho no setor florestal é fruto de nossas condições climáticas e da tecnologia desenvolvida pelas empresas e instituições de pesquisa do país. O Brasil é reconhecido mundialmente como um dos líderes no desenvolvimento e aplicação de inovações na área de genética e propagação florestal, notadamente de eucalipto. Uma árvore de crescimento rápido, ampla adaptabilidade e excelente madeira para vários fins industriais, aspectos que muito colaboram para o crescimento contínuo do número de produtores interessados em desenvolver seu cultivo.
Adicionalmente, o Brasil vem se consolidando com ganhos extraordinários em produtividade e qualidade das florestas industriais de eucalipto, por meio da aplicação dos princípios da genética quantitativa aliados a uma revolução nos procedimentos silviculturais, como para a clonagem em larga escala de árvores elite, a exemplo do projeto Genolyptus para mapeamento do genoma do gênero Eucalyptus.
Mercado
O eucalipto é plantado em mais de 100 países tropicais e sub-tropicais, e cumpre um papel essencial de floresta de substituição para a produção de papel, celulose, energia e madeira sólida de forma sustentável.O eucalipto na verdade tem uma tripla função altamente benéfica para o meio ambiente: sequestra carbono da atmosfera, é fonte eficiente de produção de fibras e bioenergia e contribui para a recuperação de áreas degradadas.
o Brasil integra suas vantagens competitivas na cultura por meio de suas condições naturais favoráveis, conhecimentos científicos e capacidade empreendedora, o que resulta em um potencial altamente competitivo de crescimento. O Brasil é uma excelente opção para investimentos em ativos florestais, mas carece de políticas específicas para um maior desenvolvimento do setor e atração de mais e maiores investimentos. Isso porque ações adversas, como ampliação de restrições para a Reserva Legal e áreas de preservação permanente, acabam por comprometer a melhoria de importantes indicadores, tanto na eucaliptocultura quanto no setor de florestas plantadas como um todo.
No Brasil, segundo a ABRAF (Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas), o setor florestal tem se desenvolvido principalmente com base em investimentos diretos de origem doméstica, embora os investimentos de origem estrangeira venham apresentando crescimento. Para investimentos de curto prazo, a ABRAF espera que a crise financeira mundial não interrompa os investimentos previamente anunciados no setor florestal. Já para investimentos de médio e longo prazo, há a expectativa de implementação de mega-investimentos na silvicultura de florestas plantadas, em especial com eucalipto, e na indústria de base florestal nacional. Esta perspectiva promete elevar os níveis de produção, tanto nas florestas quanto nas transformações industriais, para patamares nunca antes observados.
Fonte: Capital News via Painel Florestal (12/03/2010)
O excelente desempenho no setor florestal é fruto de nossas condições climáticas e da tecnologia desenvolvida pelas empresas e instituições de pesquisa do país. O Brasil é reconhecido mundialmente como um dos líderes no desenvolvimento e aplicação de inovações na área de genética e propagação florestal, notadamente de eucalipto. Uma árvore de crescimento rápido, ampla adaptabilidade e excelente madeira para vários fins industriais, aspectos que muito colaboram para o crescimento contínuo do número de produtores interessados em desenvolver seu cultivo.
Adicionalmente, o Brasil vem se consolidando com ganhos extraordinários em produtividade e qualidade das florestas industriais de eucalipto, por meio da aplicação dos princípios da genética quantitativa aliados a uma revolução nos procedimentos silviculturais, como para a clonagem em larga escala de árvores elite, a exemplo do projeto Genolyptus para mapeamento do genoma do gênero Eucalyptus.
Mercado
O eucalipto é plantado em mais de 100 países tropicais e sub-tropicais, e cumpre um papel essencial de floresta de substituição para a produção de papel, celulose, energia e madeira sólida de forma sustentável.O eucalipto na verdade tem uma tripla função altamente benéfica para o meio ambiente: sequestra carbono da atmosfera, é fonte eficiente de produção de fibras e bioenergia e contribui para a recuperação de áreas degradadas.
o Brasil integra suas vantagens competitivas na cultura por meio de suas condições naturais favoráveis, conhecimentos científicos e capacidade empreendedora, o que resulta em um potencial altamente competitivo de crescimento. O Brasil é uma excelente opção para investimentos em ativos florestais, mas carece de políticas específicas para um maior desenvolvimento do setor e atração de mais e maiores investimentos. Isso porque ações adversas, como ampliação de restrições para a Reserva Legal e áreas de preservação permanente, acabam por comprometer a melhoria de importantes indicadores, tanto na eucaliptocultura quanto no setor de florestas plantadas como um todo.
No Brasil, segundo a ABRAF (Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas), o setor florestal tem se desenvolvido principalmente com base em investimentos diretos de origem doméstica, embora os investimentos de origem estrangeira venham apresentando crescimento. Para investimentos de curto prazo, a ABRAF espera que a crise financeira mundial não interrompa os investimentos previamente anunciados no setor florestal. Já para investimentos de médio e longo prazo, há a expectativa de implementação de mega-investimentos na silvicultura de florestas plantadas, em especial com eucalipto, e na indústria de base florestal nacional. Esta perspectiva promete elevar os níveis de produção, tanto nas florestas quanto nas transformações industriais, para patamares nunca antes observados.
Fonte: Capital News via Painel Florestal (12/03/2010)
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
DO EUCALIPTO, O MENTOL
Pesquisadores conseguem extrair essência usada em indústrias como as de cosméticos, produtos de limpeza e fragrâncias a partir do óleo extraído da espécie citriodora. Descoberta pode fazer com que o Brasil deixe de depender exclusivamente da importação.

O que o eucalipto da espécie citriodora tem a ver com o poderoso mercado do mentol, que movimenta ao ano US$ 18,5 bilhões em todo o mundo? A resposta vem de um grupo de pesquisadores do Departamento de Química da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O grupo conseguiu transformar, pela primeira vez, o óleo essencial do eucalipto em mentol sintético. O produto químico é utilizado em larga escala por indústrias de produtos de limpeza, cosméticos, medicamentos, fragrâncias e aromas, e até mesmo pela indústria de alimentos, que emprega o componente na fabricação de balas e pastilhas com aroma, sabor e frescor mentolado.
Apesar de ser grande produtor de óleos essenciais, o Brasil é um grande importador do mentol sintético. Todo o produto é comprado do Japão e da Alemanha, que detêm a tecnologia de produção do mentol, obtido a partir de plantas do gênero mentha. A novidade da pesquisa mineira foi mostrar que o óleo essencial, extraído por meio da decantação de folhas da espécie citriodora, também pode ser transformado no componente sintético. O óleo obtido de outras espécies, como o eucalipto utilizado para a indústria do papel, não têm propriedades aromáticas. A ideia é que, a partir de agora, o produto passe a ser feito no país, abastecendo o mercado interno e reduzindo a dependência externa. Com a nova tecnologia, o país também ganha a chance de concorrer no bilionário mercado internacional.
O estudo, coordenado pela professora Elena Goussevskaia, já está patenteado. No país, não foram identificadas outras rotas de produção, nem mesmo com patentes estrangeiras. O novo produto é resultado da aplicação de um processo químico inovador. Foi utilizado um catalisador que transforma o citronelal, composto presente no óleo de eucalipto, em mentol. Além do óleo, principal insumo da pesquisa, a tecnologia envolve também o uso do gás hidrogênio e de catalisadores.
O processo ocorre em um reator, no qual o óleo de eucalipto citriodora entra em contato com o catalisador e com o hidrogênio, formando o óleo mentolado. “A molécula essencial é transformada em uma molécula sintética”, explica a pesquisadora Patrícia Robles Dutenhefner. Segundo ela, o produto obtido a partir do eucalipto tem as mesmas características aromáticas do mentol atualmente encontrado no mercado e, por isso, tem potencial para abastecer indústrias, como a de fragrâncias.
Outra inovação do estudo é que com o uso do catalisador foi possível, em uma única etapa, passar do óleo de eucalipto para o mentol. Como explica Robles, mundialmente o mentol sintético é obtido a partir de seis etapas químicas. A obtenção da matéria-prima é sempre um desafio e virou outro diferencial do mentol mineiro . Em Minas, a espécie citriodora já é cultivada em larga escala e, para dar impulso à nova tecnologia, as plantações poderiam ser fomentadas por meio de cooperativas agrícolas, o que garantiria o fornecimento do óleo essencial, para ser transformado no produto de maior valor agregado, impulsionando também produtores agrícolas.
Mercado promissor
Com perspectivas de ganhar o mercado, o estudo já está sendo testado em um pré-piloto para que o produto seja feito em grande escala. Segundo a pesquisadora, como o procedimento é simples, realizado em uma única etapa química, a tecnologia nacional poderá ter custo mais baixo que a dos concorrentes internacionais. A intenção é que o mentol de eucalipto se transforme em um negócio lucrativo. “Para que o Brasil se torne uma potência em ciência e tecnologia, é preciso direcionar as pesquisas para o mercado”, defende o gerente de Inovação e Tecnologia do Sebrae-MG, Anizio Vianna. Com a Secretaria de Ciência e Tecnologia de Minas Gerais, o Sebrae desenvolve projetos para fomentar a criação de empresas, e o projeto de transformação do óleo do eucalipto em mentol sintético chamou atenção das instituições pelo seu potencial.
O estudo da viabilidade do mercado para o mentol já está concluído e a próxima etapa será o plano tecnológico. “Todo o mentol utilizado no Brasil é importado. O país, porém, está entre os maiores exportadores do óleo essencial, que é pouco utilizado aqui para síntese de compostos de alto valor comercial”, diz Vianna. Outros óleos essenciais, como os de pinho e de laranja, estão sendo estudados pelo grupo de pesquisadores da UFMG, já que também podem ser transformados em mentol sintético. No entanto, a pesquisa está avançada apenas com o eucalipto.
Fonte: Correio Braziliense

O que o eucalipto da espécie citriodora tem a ver com o poderoso mercado do mentol, que movimenta ao ano US$ 18,5 bilhões em todo o mundo? A resposta vem de um grupo de pesquisadores do Departamento de Química da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O grupo conseguiu transformar, pela primeira vez, o óleo essencial do eucalipto em mentol sintético. O produto químico é utilizado em larga escala por indústrias de produtos de limpeza, cosméticos, medicamentos, fragrâncias e aromas, e até mesmo pela indústria de alimentos, que emprega o componente na fabricação de balas e pastilhas com aroma, sabor e frescor mentolado.
Apesar de ser grande produtor de óleos essenciais, o Brasil é um grande importador do mentol sintético. Todo o produto é comprado do Japão e da Alemanha, que detêm a tecnologia de produção do mentol, obtido a partir de plantas do gênero mentha. A novidade da pesquisa mineira foi mostrar que o óleo essencial, extraído por meio da decantação de folhas da espécie citriodora, também pode ser transformado no componente sintético. O óleo obtido de outras espécies, como o eucalipto utilizado para a indústria do papel, não têm propriedades aromáticas. A ideia é que, a partir de agora, o produto passe a ser feito no país, abastecendo o mercado interno e reduzindo a dependência externa. Com a nova tecnologia, o país também ganha a chance de concorrer no bilionário mercado internacional.
O estudo, coordenado pela professora Elena Goussevskaia, já está patenteado. No país, não foram identificadas outras rotas de produção, nem mesmo com patentes estrangeiras. O novo produto é resultado da aplicação de um processo químico inovador. Foi utilizado um catalisador que transforma o citronelal, composto presente no óleo de eucalipto, em mentol. Além do óleo, principal insumo da pesquisa, a tecnologia envolve também o uso do gás hidrogênio e de catalisadores.
O processo ocorre em um reator, no qual o óleo de eucalipto citriodora entra em contato com o catalisador e com o hidrogênio, formando o óleo mentolado. “A molécula essencial é transformada em uma molécula sintética”, explica a pesquisadora Patrícia Robles Dutenhefner. Segundo ela, o produto obtido a partir do eucalipto tem as mesmas características aromáticas do mentol atualmente encontrado no mercado e, por isso, tem potencial para abastecer indústrias, como a de fragrâncias.
Outra inovação do estudo é que com o uso do catalisador foi possível, em uma única etapa, passar do óleo de eucalipto para o mentol. Como explica Robles, mundialmente o mentol sintético é obtido a partir de seis etapas químicas. A obtenção da matéria-prima é sempre um desafio e virou outro diferencial do mentol mineiro . Em Minas, a espécie citriodora já é cultivada em larga escala e, para dar impulso à nova tecnologia, as plantações poderiam ser fomentadas por meio de cooperativas agrícolas, o que garantiria o fornecimento do óleo essencial, para ser transformado no produto de maior valor agregado, impulsionando também produtores agrícolas.
Mercado promissor
Com perspectivas de ganhar o mercado, o estudo já está sendo testado em um pré-piloto para que o produto seja feito em grande escala. Segundo a pesquisadora, como o procedimento é simples, realizado em uma única etapa química, a tecnologia nacional poderá ter custo mais baixo que a dos concorrentes internacionais. A intenção é que o mentol de eucalipto se transforme em um negócio lucrativo. “Para que o Brasil se torne uma potência em ciência e tecnologia, é preciso direcionar as pesquisas para o mercado”, defende o gerente de Inovação e Tecnologia do Sebrae-MG, Anizio Vianna. Com a Secretaria de Ciência e Tecnologia de Minas Gerais, o Sebrae desenvolve projetos para fomentar a criação de empresas, e o projeto de transformação do óleo do eucalipto em mentol sintético chamou atenção das instituições pelo seu potencial.
O estudo da viabilidade do mercado para o mentol já está concluído e a próxima etapa será o plano tecnológico. “Todo o mentol utilizado no Brasil é importado. O país, porém, está entre os maiores exportadores do óleo essencial, que é pouco utilizado aqui para síntese de compostos de alto valor comercial”, diz Vianna. Outros óleos essenciais, como os de pinho e de laranja, estão sendo estudados pelo grupo de pesquisadores da UFMG, já que também podem ser transformados em mentol sintético. No entanto, a pesquisa está avançada apenas com o eucalipto.
Fonte: Correio Braziliense
terça-feira, 3 de agosto de 2010
SOLUÇÃO PARA PRAGA EUCALIPTO

O eucalipto, espécie madeireira originária da Austrália e das Ilhas da Oceania, é uma excelente fonte para produção de papel e celulose que traz muitos ganhos para o Brasil. No entanto, essa cultura é ameaçada por diversas pragas, doenças e plantas daninhas. No Brasil, entre as pragas naturais que a atacam destacam-se, principalmente, as formigas cortadeiras, os besouros e as lagartas desfolhadoras. E, recentemente, tornou-se mais preocupante a chegada ao país de uma nova praga que ataca o eucalipto: o psilídeo-de-concha.
Durante o Prosa Rural – programa de rádio da Embrapa veiculado de 10 a 14 de maio, o pesquisador da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) Luiz Alexandre Nogueira de Sá fala sobre uma alternativa de combate a esta praga. Segundo ele, o controle biológico, feito com uso de uma vespinha parasitóide de nome complicado, Psyllaephagus bliteus, se mostrou como o método mais adequado, já tendo sido validado nos Estados Unidos e no México. O controle biológico com o uso deste inseto vem reduzindo a infestação da praga nos eucaliptos, conforme resultados obtidos nesses países.
Sá informa que para combater o psilídeo-de-concha, um dos métodos utilizados é o controle químico, com o uso de inseticidas sistêmicos de alto custo, impactantes ao meio ambiente e de efeito temporário. O custo estimado com aplicação desses inseticidas, de acordo com o pesquisador pode variar de R$ 40,00 a 150,00 por hectare, sendo necessárias, no mínimo, três aplicações por ano.
Segundo ele, estudos já estão em andamento no Brasil, com o objetivo de se conhecer a presença deste e de outros agentes de controle biológico nas florestas de eucalipto. “A vespa parasitóide, recém introduzida no país, está sendo criada em condições de laboratório e liberada nos hortos florestais de eucalipto na região de Jaguariúna, desde 2005”, informa.
De acordo com o pesquisador, a aplicação desta tecnologia está beneficiando tanto o pequeno e médio produtor rural de eucalipto para lenha, carvão, mourão de cerca e postes de rede elétrica; como o grande produtor na produção em larga escala de papel e celulose pelas indústrias do ramo florestal e de carvão para a siderurgia nacional; e também o meio ambiente pela utilização de uma tecnologia limpa, com o mínimo impacto ambiental e de baixo custo.
O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
PUBLICADA REGRAS PARA PLANTIO DE EUCALIPTO
Os produtores que trabalham com eucalipto já podem conferir as regras do zoneamento agrícola para a cultura
Os produtores que trabalham com eucalipto já podem conferir as regras do zoneamento agrícola para a cultura. As áreas aptas e os períodos de plantio com menor risco climático foram divulgados, nesta quinta-feira (8/7), no Diário Oficial da União (DOU), nas Portarias N° 198 a 206.
As normas englobam os estados da Bahia, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, além do Distrito Federal. O plantio objetiva atender as demandas de matéria-prima para indústrias de papel e celulose, carvão vegetal, compensados, lâminas e painéis reconstituídos.
Eucalipto - O gênero Eucalyptus é originário da Austrália, pertence à família Myrtaceae e possui cerca de 600 espécies no mundo. O clima tropical ou subtropical contribui para o crescimento da cultura, que prefere solos limosos, férteis e drenados.
Veja o texto neste link
Fonte: Portal do agronegócio
Os produtores que trabalham com eucalipto já podem conferir as regras do zoneamento agrícola para a cultura. As áreas aptas e os períodos de plantio com menor risco climático foram divulgados, nesta quinta-feira (8/7), no Diário Oficial da União (DOU), nas Portarias N° 198 a 206.
As normas englobam os estados da Bahia, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, além do Distrito Federal. O plantio objetiva atender as demandas de matéria-prima para indústrias de papel e celulose, carvão vegetal, compensados, lâminas e painéis reconstituídos.
Eucalipto - O gênero Eucalyptus é originário da Austrália, pertence à família Myrtaceae e possui cerca de 600 espécies no mundo. O clima tropical ou subtropical contribui para o crescimento da cultura, que prefere solos limosos, férteis e drenados.
Veja o texto neste link
Fonte: Portal do agronegócio
terça-feira, 27 de julho de 2010
SUZANO APOSTA NO PLANTIO NOTURNO PARA GARANTIR MAIOR PRODUTIVIDADE
Clima semiárido exigiu estratégia inovadora para garantir alto desempenho dos plantios
A implantação das operações da Suzano Papel e Celulose no Maranhão e Piauí para atender ao novo ciclo de crescimento anunciado em 2008, que prevê a construção de duas unidades a serem inauguradas, respectivamente em 2013 e 2014, tem exigido planejamento, metas claras e estratégias inovadoras para superar os desafios de um projeto desta grandiosidade.
Para driblar o clima semiárido e garantir o bom desempenho das áreas florestais no Piauí, parte das atividades de plantio passaram a ser executadas no período da noite. Passado o período de chuvas, que vai de dezembro a julho, o tempo é seco e muito quente. Segundo o Gerente Executivo de Operações Florestais no Piuaí, |Ricardo Simonetti, a temperatura varia entre 35oC e 45oC à sombra. “Essa condição climática dificulta tanto as condições humanas de trabalho quanto a sobrevivência das mudas”, explica, Simonetti.
Com o objetivo de cumprir as rigorosas metas do ano passado, fixadas em 11 mil hectares plantados até dezembro, a equipe identificou que o plantio noturno era uma excelente alternativa, garantindo melhores condições para os colaboradores e para o desenvolvimento das mudas. No entanto, foi preciso encontrar soluções para ter um terreno mais limpo, equipamentos de iluminação, optar pelo plantio com hidrogel e realizar irrigações no ato do plantio, de modo que elas permaneçam úmidas por mais tempo.
Os resultados foram muito positivos. “A produtividade é pelo menos 20% maior do que plantar no período diurno”, diz Simonetti. “Enquanto a equipe consumia 60 galões de água durante o dia para manter os colaboradores hidratados, no período da noite essa média caiu para 10 galões. “Embora o trabalho noturno seja mais oneroso, a maior produtividade e a satisfação das pessoas garantem o retorno positivo dessa iniciativa”, completa.
Em 2010, a previsão é plantar outros 38 mil hectares e dar continuidade às atividades de plantio noturno, especialmente entre os meses de junho a dezembro. Assim, manteremos boa parte da mão-de-obra contratada, reduzindo a sazonalidade e o contribuindo para o impacto social positivo na região.
Fonte: GWA
A implantação das operações da Suzano Papel e Celulose no Maranhão e Piauí para atender ao novo ciclo de crescimento anunciado em 2008, que prevê a construção de duas unidades a serem inauguradas, respectivamente em 2013 e 2014, tem exigido planejamento, metas claras e estratégias inovadoras para superar os desafios de um projeto desta grandiosidade.
Para driblar o clima semiárido e garantir o bom desempenho das áreas florestais no Piauí, parte das atividades de plantio passaram a ser executadas no período da noite. Passado o período de chuvas, que vai de dezembro a julho, o tempo é seco e muito quente. Segundo o Gerente Executivo de Operações Florestais no Piuaí, |Ricardo Simonetti, a temperatura varia entre 35oC e 45oC à sombra. “Essa condição climática dificulta tanto as condições humanas de trabalho quanto a sobrevivência das mudas”, explica, Simonetti.
Com o objetivo de cumprir as rigorosas metas do ano passado, fixadas em 11 mil hectares plantados até dezembro, a equipe identificou que o plantio noturno era uma excelente alternativa, garantindo melhores condições para os colaboradores e para o desenvolvimento das mudas. No entanto, foi preciso encontrar soluções para ter um terreno mais limpo, equipamentos de iluminação, optar pelo plantio com hidrogel e realizar irrigações no ato do plantio, de modo que elas permaneçam úmidas por mais tempo.
Os resultados foram muito positivos. “A produtividade é pelo menos 20% maior do que plantar no período diurno”, diz Simonetti. “Enquanto a equipe consumia 60 galões de água durante o dia para manter os colaboradores hidratados, no período da noite essa média caiu para 10 galões. “Embora o trabalho noturno seja mais oneroso, a maior produtividade e a satisfação das pessoas garantem o retorno positivo dessa iniciativa”, completa.
Em 2010, a previsão é plantar outros 38 mil hectares e dar continuidade às atividades de plantio noturno, especialmente entre os meses de junho a dezembro. Assim, manteremos boa parte da mão-de-obra contratada, reduzindo a sazonalidade e o contribuindo para o impacto social positivo na região.
Fonte: GWA
quinta-feira, 15 de julho de 2010
POLÊMICA ENVOLVE NOVO CÓDIGO FLORESTAL
Veja a reportagem do Globo Rural do último domingo, que fala do novo Código Florestal.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
VÍDEO 6: LEGISLAÇÃO
Este vídeo aborda a legislação florestal, o novo código florestal e o que você precisa saber antes de iniciar o seu plantio.
terça-feira, 22 de junho de 2010
VÍDEO 5: CLIMA
Reportagem da série Como Plantar que fala da importância de saber o clima da região onde se está antes de iniciar uma plantação de eucaliptos.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
VÍDEO 4: A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA
Continuamos a série de vídeo COMO PLANTAR.
O vídeo de hoje mostra a importância da água.
Assista:
O vídeo de hoje mostra a importância da água.
Assista:
segunda-feira, 14 de junho de 2010
VÍDEO 3: ANÁLISE DO SOLO
Série COMO PLANTAR do Painel Florestal.
O assunto agora é sobre análise do solo, muito importante para o sucesso de sua floresta.
O assunto agora é sobre análise do solo, muito importante para o sucesso de sua floresta.
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