segunda-feira, 28 de junho de 2010

VÍDEO 6: LEGISLAÇÃO

Este vídeo aborda a legislação florestal, o novo código florestal e o que você precisa saber antes de iniciar o seu plantio.

terça-feira, 22 de junho de 2010

VÍDEO 5: CLIMA

Reportagem da série Como Plantar que fala da importância de saber o clima da região onde se está antes de iniciar uma plantação de eucaliptos.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

VÍDEO 4: A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA

Continuamos a série de vídeo COMO PLANTAR.

O vídeo de hoje mostra a importância da água.

Assista:

segunda-feira, 14 de junho de 2010

VÍDEO 3: ANÁLISE DO SOLO

Série COMO PLANTAR do Painel Florestal.
O assunto agora é sobre análise do solo, muito importante para o sucesso de sua floresta.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

VÍDEO 2: SOLO

Neste segundo vídeo da série COMO PLANTAR do Painel Florestal, o assunto é o solo. Veja:

quarta-feira, 9 de junho de 2010

VÍDEO 1: SAIBA ESCOLHER A MUDA DE EUCALIPTO

O portal Painel Florestal disponibiliza uma série de reportagens que mostra – passo a passo - como plantar florestas.
O Primeiro vídeo é sobre a importância da escolha de mudas de Eucalipto de qualidade.

Não deixe de assistir:

terça-feira, 8 de junho de 2010

EXPORTAÇÃO DE MADEIRA EM MINAS CRESCE 87%

A exportação de madeiras e derivados, nos primeiros quatro meses de 2010, gerou receita da ordem de US$ 242,9 milhões para Minas Gerais. O resultado é 87,5% superior ao registrado em igual período de 2009, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior/Secretaria de Comércio Exterior (MDIC/Secex).

De acordo com a Superintendência de Política e Economia Agrícola (Spea) da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa-MG), que analisou os dados, com esta receita de exportação, o setor de madeiras e subprodutos alcançou a segunda posição entre os principais grupos de produtos exportados pelo Estado, com participação de 12,2% nas exportações do agronegócio mineiro.

"Nos primeiros quatro meses de 2009, esta posição era ocupada pelo grupo carnes, que no quadrimestre de 2010 assumiu a terceira posição", diz assessora técnica da superintendência, Márcia Aparecida de Paiva Silva. Ela acrescenta que o café respondeu por 55,3% das exportações do setor no período e ficou em primeiro lugar entre os principais grupos de produtos exportados. "Já o açúcar, outro produto de destaque das exportações do agronegócio mineiro, ficou em quarto lugar, com participação de 9,8% nas exportações mineiras do agronegócio", informa a assessora.

Em volume, o crescimento das exportações de madeiras e derivados foi de 7,8%, passando de 380,7 mil toneladas para 410,2 mil toneladas, na comparação entre o primeiro quadrimestre de 2009 e o de 2010. Para Márcia Silva, "o crescimento mais expressivo da receita das exportações em relação ao volume exportado explica um fato evidenciado para as exportações totais do agronegócio mineiro, no primeiro quadrimestre de 2010: sinais de aquecimento da demanda externa".

Pasta química

Márcia Silva ainda observa que o principal produto exportado do segmento - pasta química de madeira - rendeu ao Estado US$ 239,1 milhões, cifra equivalente a 98,4% das exportações mineiras de madeiras e derivados, nos primeiros quatro meses de 2010. Esse produto foi destinado a 13 países, principalmente China, Holanda e Japão, que captaram juntos cerca de 60,8% das exportações mineiras de pasta química de madeira.

A assessora considera que o aquecimento das exportações do setor pode ser explicado pelo aumento dos preços em dólar, no mercado internacional, aliado à maior diversificação de mercados. No primeiro quadrimestre de 2009, dez países importaram o produto mineiro e os principais países de destino, China, Holanda e Japão, importaram o equivalente a 71,5% das exportações mineiras.

De acordo com avaliação da Spea, nos primeiros quatro meses de 2010, Minas Gerais foi o terceiro principal Estado exportador de pasta química de madeira, com participação de 17,2% nas exportações brasileiras do produto: US$ 1,4 bilhão. O Estado da Bahia, em primeiro lugar, registrou participação de 27,9%, e o Espírito Santo participou com 23,1%.

Principal produto das exportações brasileiras de madeiras e subprodutos, a pasta química de madeira respondeu por 47,4% das exportações totais do setor brasileiro (US$ 2,9 bilhões), no primeiro quadrimestre de 2010.

Produção sustentável

O superintendente de Desenvolvimento Rural e Sustentável da Seapa-MG, Guilherme de Oliveira Mendes, observa: "Um fato que favorece o crescimento da participação mineira no mercado internacional de produtos florestais é a vasta extensão territorial do Estado ocupada por florestas plantadas". Segundo o superintendente, entre 2004 e 2008 o crescimento da área ocupada com florestas plantadas no Estado foi da ordem de 19,6%, alcançando 2,42% da área total do Estado.

Mendes diz ainda que o mercado externo de madeira e derivados tem boa perspectiva de crescimento, acompanhando a recuperação econômica mundial. "Uma oportunidade que emerge e pode representar também uma alternativa para o aumento da rentabilidade dos produtores é a certificação de produtos florestais, pois a consciência ambiental é crescente em todo o planeta", finaliza.

Fonte: Agencia Minas

quarta-feira, 26 de maio de 2010

FIBRIA VAI AMPLIAR FLORESTAS PRA CONSTRUIR NOVA FÁBRICA

A Fibria já tem estudos adiantados para a construção de uma nova fábrica de celulose em Três Lagoas(MS). Foi o que anunciou o diretor geral de RI da empresa, André Gonçalves, em entrevista ao site celulose online, na segunda-feira (17). "Neste segundo semestre devemos dar início aos estudos ambientais nos locais das fábricas. Devemos também começar em 2011 novos plantios e para isso já estamos em conversações com fazendeiros locais. Pretendemos ter para estes novos projetos 70% de florestas próprias e 30% para parceiros", declarou André.

Estas informações foram confirmadas ontem (20) por Carlos Aguiar, presidente da empresa. Segundo ele, a companhia precisará de 110 mil hectares adicionais de florestas plantadas de eucalipto para que sua segunda unidade no município possa entrar em operação.

Fonte: Hoje MS

terça-feira, 4 de maio de 2010

BH SEDIA EVENTO DE SILVICULTURA

Promovido pela SIF (Sociedade de Investigações Florestais) em parceria com o Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa (UFV), o IV Seminário sobre Silvicultura em Florestas Plantadas, será realizado no período de 12 a 14 de maio de 2010, no MinasCentro (Auditório do Teatro Granada – Área Jaspe, com acesso à Rua Guajajaras, nº 1022), na cidade de Belo Horizonte, MG.

Durante o Seminário serão abordados os seguintes temas: Preparo de solos coesos; Plantio noturno: viabilidade técnica e econômica; Melhoramento de Eucalyptus spp para áreas de ocorrência de geadas; Qualidade da Madeira para fins energéticos; Manejo de pragas e doenças em viveiros florestais; Licenciamento de produtos para controle de pragas e doenças em florestas; Novas pragas florestais: reconhecimento e manejo; Mudanças Climáticas e florestas; Legislação ambiental e as florestas plantadas; Mercado de Fertilizantes: a realidade brasileira; Silvicultura e certificação Florestal; O estado da arte da mecanização na silvicultura; Florestas Energéticas – Estratégias; Adubação e nutrição Florestal; Sustentabilidade de plantios florestais; e Impacto da Colheita Mecanizada.

Paralelamente, será realizada Exposição em estandes com a finalidade de propiciar às empresas e profissionais ligados ao setor florestal, oportunidades institucionais e comerciais.

As empresas confirmadas na exposição de produtos e serviços são: Bayer, Unibrás, Milenia, Heringer, Dinagro, Guarany, Markan, Boutin, Bamaq, Biosoja, Inflor, Vetquímica, Treviso Máquinas, Motocana, Timac Agro, Viveiro Dacko e Editora UFV.

Inscrições para o evento podem ser feitas até o dia 05/maio, próxima quarta, no site da SIF (www.sif.org.br) ou, no dia 12/maio, na secretaria do evento, durante o credenciamento, no horário de 09h30min às 14 h.

Outras Informações: 31 3899 1185 /1698 / E-mail: sifeventos@ufv.br

Fonte: Sifeventos

quinta-feira, 29 de abril de 2010

NOVO MINISTRO DECLARA QUE É PRECISO DAR ATENÇÃO AOS MÉDIOS PRODUTORES


O novo ministro da Agricultura, Wagner Rossi, é o entrevistado da edição de maio da Revista Globo Rural. Segundo Rossi, que deve permanecer por apenas 9 meses no cargo (até a posse do novo presidente do país e a consequente mudança da equipe de governo), o momento é de dar continuidade ao trabalho que vinha sendo conduzido por Reinhold Stephanes, seu antecessor.

'É preciso darmos mais atenção ao médio produtor', diz o ministro. 'A ideia é dar condições de financiamento mais favoráveis a essa classe produtiva, estimulando o investimento em projetos de sustentabilidade', afirma.

De fato, a questão ambiental é uma preocupação que Rossi faz questão de destacar. 'Estamos elaborando um projeto que deve levar o nome de 'ABC: Agricultura de Baixo Carbono'. O objetivo é multiplicar processos que melhorem a produção agropecuária, contribuindo para capturar gases de efeito estufa', antecipa. Dentre as ações está previsto o incentivo ao plantio direto na palha, maior impulso à integração lavoura-pecuária-floresta e até um programa específico para o estímulo às florestas plantadas.

Já em relação à supersafra esperada para esta temporada, Rossi afirma que a sustentação dos preços é um problema maior do que a deficiência logística. O ministro garantiu ainda que o Plano Safra 2010/2011, a ser anunciado entre junho e julho, sofrerá ajustes para que a tomada de crédito pelos produtores seja facilitada.

Durante a entrevista à Globo Rural, Wagner Rossi opinou ainda sobre as discussões em torno do Código Florestal e a retaliação brasileira aos subsídios ao algodão norte-americano. Confira o texto completo na edição de maio da revista.

fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 28 de abril de 2010

EUCALIPTO NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA MINEIRA

No site da Assembléia Legistativa de Minas Gerais tem uma publicação muito interessante sobre Eucalipto abordando os seguinte temas:

*O eucalipto no Brasil

*Situação atual da eucaliptocultura no Brasil

*O eucalipto em Minas

*O eucalipto na siderurgia: histórico

*Vantagens da substituição do coque pelo carvão vegetal

*Problemas apresentados pelo plantio de eucalipto em escala industrial

*Impactos do modelo de produção implantado na década de 1970

*Perspectivas

Veja no link: Texto Completo

terça-feira, 27 de abril de 2010

PAPEL DAS FLORESTAS PLANTADAS NO ATENDIMENTO DAS DEMANDAS FUTURAS DA SOCIEDADE

Florestas plantadas não são apenas eficientes unidades produtoras de matérias primas.
Como conjuntos vivos e dinâmicos em constante interação com os meios biótico e
abiótico, podem e devem desempenhar funções econômicas, ambientais e sociais sem
antagonismo com os princípios de sustentabilidade.
O contexto no qual se inserem e os seus benefícios em resposta às condições locais
serão diferentes em função do objetivo proposto. Não se espera que florestas plantadas substituam ou sejam consideradas como florestas nativas, e sim como fontes renováveis de provisão de produtos e serviços demandados em escala crescente pela sociedade em nível global. Esses serviços podem inclusive ter vertentes amplamente ambientais, como é o caso de florestas de proteção, abrigo e de barreiras contra o vento ou contra a desertificação.
As pesquisas científicas que proporcionaram desenvolvimento espetacular na
produtividade e na qualidade dos produtos de florestas plantadas
, incluindo a biotecnologia aliada às práticas de manejo, devem ser fortalecidas para atender as novas demandas, incluindo a agrosilvicultura, e para equacionar possíveis paradigmas com relação à provisão de serviços sociais e ambientais , vi-à-vis os novos modelos de produção.
A expansão das plantações florestais principalmente em países tropicais, em função de
suas vantagens comparativas, para onde já se observam deslocamentos de investidores
institucionais, como TIMOs, REITs e outros, exigirá também desses atores postura de
gestão que valorize os demais serviços dessas florestas e não apenas os fins
econômicos.
A madeira apresenta expressiva vantagem de eficiência energética em relação a vários
outros materiais cujos custos para a natureza são de 10 a 200 vezes maiores . Florestas plantadas são recursos renováveis, possibilitam a obtenção de produtos reaproveitáveis e recicláveis.
O mercado de serviços ambientais para florestas plantadas não está ainda devidamente
estruturado, embora haja potencial bastante grande, não só para o seqüestro de carbono, como também para ecoturismo, lazer, proteção de mananciais, restauração de paisagens, recuperação de áreas degradadas, e amenização da temperatura e da poluição em “ilhas de calor” em grandes metrópoles.
As indústrias com base em plantações florestais, que em sua trajetória de desenvolvimento superaram desafios, inovaram nos processos de produção, promoveram
o uso múltiplo da madeira, apostaram em tecnologias de ponta e foram pioneiras na
adoção de manejo sustentável, deverão buscar novos modelos de sustentabilidade e dar
respostas concretas para a solução dos desafios que se apresentam.
Florestas plantadas são uma forma legítima de uso da terra e, em muitos países e
regiões, são opções vitais para fins de produção e/ou de proteção. Embora ocupem
apenas 2% da superfície terrestre, em alguns locais estão surgindo conflitos de interesse que necessitam ser tratados mediante planejamento participativo com os grupos legítimos de representação.
Deve ficar claro a todos que qualquer atividade intensiva gera impactos, mesmo se
tratando de florestas. Entretanto, eles podem ser minimizados, quando negativos, e
maximizados, quando positivos. Além disso, há sempre que se buscar o equilíbrio entre
as demandas econômicas da sociedade e os aspectos ambientais, sociais, culturais e
antropológicos. Por essa razão, o diálogo entre as partes interessadas deverá crescer em importância nos processos de tomadas de decisões de agora em diante.
Madeira de origem legal ou certificada é uma preocupação global e passará a ser exigida, inclusive em mercados domésticos, o que já ocorre por meio de políticas de compras públicas e privadas em vários países. Florestas plantadas, por si só, são instrumentos de controle e de desestímulo à produção e comércio de madeira ilegal.
Certificação independente do manejo florestal sustentável e outros mecanismos
voluntários de comprovação de responsabilidade corporativa (selos verdes, certificações de gestão ambiental, de responsabilidade social, saúde e segurança do trabalhado ) deverão crescer como instrumentos de acesso aos mercados verdes e de qualificação das florestas plantadas no atendimento de seus predicados sócio-econômicos e ambientais. Em vários países, mais da metade das plantações florestais está certificada; em outros, a quase totalidade está certificada. É possível estimar que em 2020 cerca de 80% da madeira industrial oriunda de plantações florestais esteja certificada.
É necessário estabelecer um ambiente de sinergia e de compreensão internacional que
favoreça a adoção das florestas plantadas como estratégia e como um dos vetores de
desenvolvimento sustentável para a superação de desafios e atendimento das demandas
futuras da sociedade.

Texto de:
Rubens Garlipp-- Diretor Executivo da Sociedade Brasileira de Sivicultura
Celso Foelkel-- Conselheiro da Sociedade Brasileira de Silvicultura