É possível promover a recuperação de áreas degradadas – com adequações de tecnologias de manejo de solo – e introduzir o consórcio do plantio florestal, com pastagens e lavouras.
Minas Gerais e vários outros estados brasileiros possuem excelência em tecnologia, domínio de técnicas de cultivo, de manejo e administração florestal. A experiência de sucesso do plantio direto na agricultura foi um terreno fértil para o avanço das técnicas sustentáveis da produção agropecuária.
Partindo da experiência de integração das lavouras temporárias – como milho e feijão – com a pastagem, a migração para a tríplice integração – neste caso acrescentando os plantios florestais – está a um passo da franca consolidação em Minas e outras regiões brasileiras. O espaçamento adotado nas áreas de florestas integradas proporciona o convívio produtivo com as outras duas atividades.
Esta caminhada vem garantir a certeza de oferta de produtos da biomassa para o consumo industrial, assegurando a "intocabilidade" da mata nativa brasileira.
A intervenção necessária para a implantação dos sistemas integrados gera um balanço ambiental significativamente positivo. A disponibilidade de terras ociosas ou degradadas permite a expansão da base florestal, sem colocar em risco a produção de alimentos e, principalmente, poupando as espécies nativas da exploração predatória.
Atualmente, segundo dados da Embrapa, cerca de 20% do território brasileiro, ou seja, 173 milhões de hectares são ocupados por pastagens. Uma boa parte está degradada e tem condições de ser recuperada com as tecnologias de integração. Estudos indicam que o sequestro de CO2 nas áreas de integração Lavoura-Pecuária-Floresta chega a 2,5 toneladas por hectare/ano.
É preciso, antes de tudo, acabar com o preconceito em relação ao plantio florestal e encará-lo como uma cultura agrícola, com benefícios econômicos, sociais e ambientais.
A meta, mesmo com toda a excelência de produção já alcançada pelo país, é evoluir na compatibilização e simplificação dos procedimentos legais e administrativos aplicáveis à cadeia produtiva florestal, principalmente no que se refere aos setores ambientais, operacionais, tributários e fiscais.
Desta forma, podemos afirmar que o horizonte para a produção de energia renovável, papel e celulose no Brasil sustenta-se numa plataforma segura de oferta de matéria-prima.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
MAIS UMA ENTREVISTA - PRODUÇÃO DE BIOMASSA
Produção de biomassa para energia segundo Fernando Henrique da Fonseca
Fale sobre os obstáculos ao desenvolvimento do setor florestal para a produção de biomassa para energia.
Fernando Henrique: Nós temos grandes vantagens comparativas em relação aos países tradicionais fornecedores de produtos provenientes de florestas. E, no entanto, nós somos muito pequenos na participação no comercio mundial desses produtos. Também na questão de ocupação do solo brasileiro com a atividade, também somos muito pequenos. Isso se deve principalmente à questão de desinformação e a questão de restrições ambientais que praticamente retiram do processo produtivo o pequeno produtor brasileiro. Porque ele não tem condições de fazer projetos para ser aprovado, então ele tem que se adequar, ele tem que se acoplar a uma grande empresa que teria condições de fazer isso para ele. É por isso inclusive que a concentração dos plantios está nas mãos de poucas empresas do Brasil. Isso não é bom para o país. Embora essas empresas atravessem projetos de fomento, elas estão introduzindo cada vez mais o pequeno produtor, mas a idéia é disseminar a tecnologia para que isso ande com as próprias pernas e o Brasil ocupe o lugar que é devido no mercado mundial.
O senhor vê perspectivas de crescimento para o Brasil?
Fernando Henrique: A questão do investimento no setor no momento está prejudicada pela crise. Como o setor é exportador, ele está sofrendo com o mercado mundial. A primeira medida de todas as empresas é a redução dos investimentos. Isso certamente vai atrasar toda a questão dos investimentos no setor. Mas aí volta a questão do pequeno produtor. Ele deveria destinar o seu produto para o consumo interno através da matriz energética. E eles teriam condições de fornecer para a produção de carvão e até suprir a necessidade, porque hoje aproximadamente 40% da produção de carvão vêm de madeira proveniente de floresta nativa. Essa pressão sobre a floresta nativa, no momento em que o pequeno produto resolver tomar coragem e tiver a liberdade para plantar, ele vai eliminar ao longo do tempo essas pressões sobre florestas nativas.
Fonte: Painel Florestal
Fale sobre os obstáculos ao desenvolvimento do setor florestal para a produção de biomassa para energia.
Fernando Henrique: Nós temos grandes vantagens comparativas em relação aos países tradicionais fornecedores de produtos provenientes de florestas. E, no entanto, nós somos muito pequenos na participação no comercio mundial desses produtos. Também na questão de ocupação do solo brasileiro com a atividade, também somos muito pequenos. Isso se deve principalmente à questão de desinformação e a questão de restrições ambientais que praticamente retiram do processo produtivo o pequeno produtor brasileiro. Porque ele não tem condições de fazer projetos para ser aprovado, então ele tem que se adequar, ele tem que se acoplar a uma grande empresa que teria condições de fazer isso para ele. É por isso inclusive que a concentração dos plantios está nas mãos de poucas empresas do Brasil. Isso não é bom para o país. Embora essas empresas atravessem projetos de fomento, elas estão introduzindo cada vez mais o pequeno produtor, mas a idéia é disseminar a tecnologia para que isso ande com as próprias pernas e o Brasil ocupe o lugar que é devido no mercado mundial.
O senhor vê perspectivas de crescimento para o Brasil?
Fernando Henrique: A questão do investimento no setor no momento está prejudicada pela crise. Como o setor é exportador, ele está sofrendo com o mercado mundial. A primeira medida de todas as empresas é a redução dos investimentos. Isso certamente vai atrasar toda a questão dos investimentos no setor. Mas aí volta a questão do pequeno produtor. Ele deveria destinar o seu produto para o consumo interno através da matriz energética. E eles teriam condições de fornecer para a produção de carvão e até suprir a necessidade, porque hoje aproximadamente 40% da produção de carvão vêm de madeira proveniente de floresta nativa. Essa pressão sobre a floresta nativa, no momento em que o pequeno produto resolver tomar coragem e tiver a liberdade para plantar, ele vai eliminar ao longo do tempo essas pressões sobre florestas nativas.
Fonte: Painel Florestal
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
EXCELÊNCIA NA PRODUÇÃO FLORESTAL
As florestas comerciais têm um desenvolvimento econômico com elevada competitividade, quando implantadas nas regiões tropicais. A luminosidade e a quantidade de dias com incidência do sol durante o ano fazem com que o crescimento das plantas nos trópicos seja três vezes mais rápido do que nas regiões de clima temperado. Aqui no Brasil, o eucalipto, por exemplo, chega ao ponto de corte aos sete anos, enquanto na Europa as árvores levam 21 anos para se desenvolver.

Irrefutavelmente, as condições brasileiras para o plantio de florestas colocam a produção do país na vanguarda da competitividade, com elevada redução dos custos no processo de obtenção dos derivados de madeira. Os três principais produtos da cadeia produtiva do plantio florestal são o papel, a celulose e as fontes energéticas, entre elas o carvão.
No caso de Minas Gerais, por exemplo, o setor de florestas plantadas vem se desenvolvendo de tal maneira que já se posiciona na linha de frente do agronegócio estadual. Minas tem a maior área de florestas plantadas do país, com aproximadamente 1,2 milhão de hectares, distribuídos em 300 municípios e gera cerca de 800 mil empregos diretos e indiretos.
Em 2008, as exportações do agronegócio florestal de Minas Gerais foram responsáveis por 11% das vendas internacionais de todo o agronegócio estadual. E os embarques dos produtos florestais somaram um milhão de toneladas e movimentaram US$ 633 milhões.
Além disso, no contexto atual de pressão mundial pela substituição de combustíveis de origem fóssil pela energia limpa, a biomassa proveniente das florestas energéticas apresenta-se com um valioso sucedâneo.

Irrefutavelmente, as condições brasileiras para o plantio de florestas colocam a produção do país na vanguarda da competitividade, com elevada redução dos custos no processo de obtenção dos derivados de madeira. Os três principais produtos da cadeia produtiva do plantio florestal são o papel, a celulose e as fontes energéticas, entre elas o carvão.
No caso de Minas Gerais, por exemplo, o setor de florestas plantadas vem se desenvolvendo de tal maneira que já se posiciona na linha de frente do agronegócio estadual. Minas tem a maior área de florestas plantadas do país, com aproximadamente 1,2 milhão de hectares, distribuídos em 300 municípios e gera cerca de 800 mil empregos diretos e indiretos.
Em 2008, as exportações do agronegócio florestal de Minas Gerais foram responsáveis por 11% das vendas internacionais de todo o agronegócio estadual. E os embarques dos produtos florestais somaram um milhão de toneladas e movimentaram US$ 633 milhões.
Além disso, no contexto atual de pressão mundial pela substituição de combustíveis de origem fóssil pela energia limpa, a biomassa proveniente das florestas energéticas apresenta-se com um valioso sucedâneo.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
FEIRA DA FLORESTA 2010 EM GRAMADO
A segunda edição da Feira da Floresta já tem data para acontecer em 2010: ocorre entre os dias 14 e 16 de abril, na cidade de Gramado (RS). A novidade será o local escolhido para o evento – o Parque ExpoGramado. Na área de 8,2 mil metros quadrados, é possível receber um número de até 30 mil visitantes. O ExpoGramado pertence à prefeitura do município que torna-se parceira da realização da feira.
A Feira da Floresta é um evento de negócios voltada ao desenvolvimento sustentável do setor florestal brasileiro. Paralelamente, acontece o Fórum Internacional do Agronegócio Florestal para debater temas nacionais e internacionais e promover palestras aos produtores, além da Mostra Florestal que é uma exposição sobre os benefícios das florestas. Faça parte desta iniciativa e garanta já o seu lugar.
Fonte: Assessoria Feira da Floresta
A Feira da Floresta é um evento de negócios voltada ao desenvolvimento sustentável do setor florestal brasileiro. Paralelamente, acontece o Fórum Internacional do Agronegócio Florestal para debater temas nacionais e internacionais e promover palestras aos produtores, além da Mostra Florestal que é uma exposição sobre os benefícios das florestas. Faça parte desta iniciativa e garanta já o seu lugar.
Fonte: Assessoria Feira da Floresta
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
NOVAS TÉCNICAS PARA PRODUÇÃO DE CARVÃO VEGETAL
Veja a Entrevista que Eduardo Pinheiro Henriques da Arcelor Mittal deu ao site Painel Florestal
O Senhor poderia falar sobre as características técnicas desejáveis de madeira para a produção de carvão vegetal siderúrgico.
Eduardo Pinheiro: Seria uma madeira que tivesse uma secagem rápida logo após o corte, ao ambiente, que esse processo de secagem transcorresse de forma a não danificar a estrutura anatômica da madeira, e que essa madeira, ao ser levada à unidade de produção de carvão, durante o processo de carbonização, a saída dos gases, dos óleos e do restante da água higroscópica, transcorresse de forma que não danificasse a estrutura anatômica desse carvão, em outras palavras, que não tivesse obstruções, especialmente nos vamos do cerne que impedisse essa difusão tranqüila. Com isso nós iríamos formar um carvão bem estruturado e lá no processo de produção do ferro gusa iria suportar bem a carga de minérios de ferro e fazer a redução do minério de ferro e a obtenção de ferro gusa. É claro que paralelo a isso, é importante que a madeira seja de alta produção, questão econômica, e tenha boa densidade.
E sobre a questão do melhor material genético, a arte de combinar características genéticas, nutrientes e água?
Eduardo Pinheiro: A técnica que a engenharia florestal encontrou nessa para melhora a qualidade da madeira, da árvore que vai produzir essa madeira é a hibridação, que é a forma que você tem de somar características boas de determinada espécie com características boas de outra e juntar isso num indivíduo. Dependendo do lugar onde você está você pode selecionar característica de madeira de alta densidade com crescimento volumétrico e com aptidão para desenvolver bem em local de baixa precipitação onde há déficit hídrico mais severo. Há vantagem é que o eucalipto é uma planta maravilhosa e tem uma riqueza transgênica muito grande e uma capacidade de combinar esses fatores e formar um indivíduo com essas características desejadas. É evidente que tem que fazer um grau de cruzamento muito grande, mas com certeza vai sair um indivíduo adequado à produção que estiver interessando.
O Senhor poderia falar sobre as características técnicas desejáveis de madeira para a produção de carvão vegetal siderúrgico.
Eduardo Pinheiro: Seria uma madeira que tivesse uma secagem rápida logo após o corte, ao ambiente, que esse processo de secagem transcorresse de forma a não danificar a estrutura anatômica da madeira, e que essa madeira, ao ser levada à unidade de produção de carvão, durante o processo de carbonização, a saída dos gases, dos óleos e do restante da água higroscópica, transcorresse de forma que não danificasse a estrutura anatômica desse carvão, em outras palavras, que não tivesse obstruções, especialmente nos vamos do cerne que impedisse essa difusão tranqüila. Com isso nós iríamos formar um carvão bem estruturado e lá no processo de produção do ferro gusa iria suportar bem a carga de minérios de ferro e fazer a redução do minério de ferro e a obtenção de ferro gusa. É claro que paralelo a isso, é importante que a madeira seja de alta produção, questão econômica, e tenha boa densidade.
E sobre a questão do melhor material genético, a arte de combinar características genéticas, nutrientes e água?
Eduardo Pinheiro: A técnica que a engenharia florestal encontrou nessa para melhora a qualidade da madeira, da árvore que vai produzir essa madeira é a hibridação, que é a forma que você tem de somar características boas de determinada espécie com características boas de outra e juntar isso num indivíduo. Dependendo do lugar onde você está você pode selecionar característica de madeira de alta densidade com crescimento volumétrico e com aptidão para desenvolver bem em local de baixa precipitação onde há déficit hídrico mais severo. Há vantagem é que o eucalipto é uma planta maravilhosa e tem uma riqueza transgênica muito grande e uma capacidade de combinar esses fatores e formar um indivíduo com essas características desejadas. É evidente que tem que fazer um grau de cruzamento muito grande, mas com certeza vai sair um indivíduo adequado à produção que estiver interessando.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
CRISE NÃO ASSUSTA MAIS O SETOR DE PAPEL E CELULOSE
A crise financeira mundial que fez com que as indústrias de papel e celulose atingisse grandes prejuízos no terceiro e quarto trimestres de 2008 parece não assustar mais o setor.
Com a valorização do Real e beneficiadas pelos efeitos da variação cambial nos resultados financeiros, as quatro principais empresas do setor (Aracruz, Klabin, Suzano Papel e Celulose e Votorantim Celulose e Papel) com ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerraram o segundo trimestre com lucro líquido conjunto de R$ 1,874 bilhão, um excelente resultado.
E como as perspectivas pro setor de celulose são muito boas, essas empresas já programam grandes investimentos para os próximos anos. Uma ótima notícia!!!
Unidade da Aracruz
Fonte: Agência Brasil
Com a valorização do Real e beneficiadas pelos efeitos da variação cambial nos resultados financeiros, as quatro principais empresas do setor (Aracruz, Klabin, Suzano Papel e Celulose e Votorantim Celulose e Papel) com ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerraram o segundo trimestre com lucro líquido conjunto de R$ 1,874 bilhão, um excelente resultado.
E como as perspectivas pro setor de celulose são muito boas, essas empresas já programam grandes investimentos para os próximos anos. Uma ótima notícia!!!
Unidade da AracruzFonte: Agência Brasil
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
ADUBAÇÃO DAS MUDAS DE EUCALIPTO
De maneira geral, pode-se recomendar a seguinte adubação:
Recomendação de adubação com fertilizante mineral para eucaliptos,de acordo com a interpretação dos teores de P e K do solo, com base nos resultados da análise química.
B= baixo; M= médio; A=alta

Adubação de plantio
A regra é colocar o adubo o mais perto possível da muda. O adubo pode ser aplicado na cova ou no sulco de plantio. No primeiro caso o adubo deve ser colocado no fundo da cova antes do plantio, bem misturado com a terra para evitar danos à raiz das mudas No segundo caso o adubo é distribuído no fundo do sulco de plantio, aberto pelo sulcador, ou outro implemento agrícola.
Adubação de cobertura
Embora não seja uma prática comum, a adubação de cobertura é indicada, pois ela complementa a adubação de plantio. No caso de não se fazer a adubação de cobertura, a quantidade recomendada para plantio e cobertura devem ser aplicadas no ato do plantio.
A adubação de cobertura é feita aproximadamente 3 meses após o plantio. O adubo é distribuído ao lado das plantas, em faixas ou em coroamento. Após aplicação é recomendado cobri-lo com terra.
Adubação de manutenção
Tem como objetivo fornecer K, Ca e Mg para as plantas. Deve ser aplicada quando as plantas tiverem de 2,5 a 3,0 anos de idade. Nos casos de solo muito ácido ou baixos teores de Ca e Mg, é recomendando aplicar juntamente com o potássio, o calcário dolomitico na quantidade de 2,0 toneladas por hectare.
A aplicação é feita distribuindo o adubo e o Calcário entre as linhas de plantio. Após aplicação deve fazer uma incorporação superficial, isto é, a aproximadamente 5,0 cm de profundidade.
Recomendação de adubação com fertilizante mineral para eucaliptos,de acordo com a interpretação dos teores de P e K do solo, com base nos resultados da análise química.
B= baixo; M= médio; A=alta

Adubação de plantio
A regra é colocar o adubo o mais perto possível da muda. O adubo pode ser aplicado na cova ou no sulco de plantio. No primeiro caso o adubo deve ser colocado no fundo da cova antes do plantio, bem misturado com a terra para evitar danos à raiz das mudas No segundo caso o adubo é distribuído no fundo do sulco de plantio, aberto pelo sulcador, ou outro implemento agrícola.
Adubação de cobertura
Embora não seja uma prática comum, a adubação de cobertura é indicada, pois ela complementa a adubação de plantio. No caso de não se fazer a adubação de cobertura, a quantidade recomendada para plantio e cobertura devem ser aplicadas no ato do plantio.
A adubação de cobertura é feita aproximadamente 3 meses após o plantio. O adubo é distribuído ao lado das plantas, em faixas ou em coroamento. Após aplicação é recomendado cobri-lo com terra.
Adubação de manutenção
Tem como objetivo fornecer K, Ca e Mg para as plantas. Deve ser aplicada quando as plantas tiverem de 2,5 a 3,0 anos de idade. Nos casos de solo muito ácido ou baixos teores de Ca e Mg, é recomendando aplicar juntamente com o potássio, o calcário dolomitico na quantidade de 2,0 toneladas por hectare.
A aplicação é feita distribuindo o adubo e o Calcário entre as linhas de plantio. Após aplicação deve fazer uma incorporação superficial, isto é, a aproximadamente 5,0 cm de profundidade.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
QUAL O PADRÃO DE MUDAS RECOMENDADO PELA EMBRAPA?
As mudas devem estar vigorosas, com a copa bem formada e o sistema radicular vigoroso.
Após o final da fase de rustificação, as mudas deverão ser novamente selecionadas e padronizadas. As que estiverem fora do padrão estabelecido deverão ser retornadas à fase de rustificação ou, eventualmente, de crescimento. Como padrão de muda adequada ao plantio, recomenda-se adotar os seguintes níveis críticos:
1. altura da parte aérea: 14 a 15 cm;
2. diâmetro do colo: 3 a 4 mm.
Mudas da Griff Florestal (Clic para aumentar)
O que é rustificação das mudas?
A rustificação das mudas é feita com o objetivo de prepará-las, fisiologicamente, para suportar o choque do plantio e as adversidades ambientais das primeiras semanas que o sucedem. As mudas deverão estar preparadas, com reserva nutricional que lhes possibilite o pronto crescimento, bem como a tolerância aos estresses (falta de água, retirada dos tubetes e transporte). Algumas práticas de rustificação das mudas, envolvendo controle do regime de água e adubação, podem minimizar esses problemas. (Fonte: Embrapa)
Após o final da fase de rustificação, as mudas deverão ser novamente selecionadas e padronizadas. As que estiverem fora do padrão estabelecido deverão ser retornadas à fase de rustificação ou, eventualmente, de crescimento. Como padrão de muda adequada ao plantio, recomenda-se adotar os seguintes níveis críticos:
1. altura da parte aérea: 14 a 15 cm;
2. diâmetro do colo: 3 a 4 mm.
Mudas da Griff Florestal (Clic para aumentar)O que é rustificação das mudas?
A rustificação das mudas é feita com o objetivo de prepará-las, fisiologicamente, para suportar o choque do plantio e as adversidades ambientais das primeiras semanas que o sucedem. As mudas deverão estar preparadas, com reserva nutricional que lhes possibilite o pronto crescimento, bem como a tolerância aos estresses (falta de água, retirada dos tubetes e transporte). Algumas práticas de rustificação das mudas, envolvendo controle do regime de água e adubação, podem minimizar esses problemas. (Fonte: Embrapa)
terça-feira, 4 de agosto de 2009
ESPAÇAMENTO ADEQUADO PARA EUCALIPTO
O espaçamento influencia na taxa de crescimento, na qualidade da madeira produzida, na idade de corte, nas idades e intensidades de desbaste requeridas, nas práticas de manejo e, consequentemente, nos custos de produção. Essa variável é, provavelmente, uma das mais importantes para a qualidade e produtividade da matéria-prima a ser produzida.
O espaçamento afeta, fortemente, o crescimento diamétrico do tronco das árvores e, como está associado à densidade populacional, afeta, também, a intensidade de uso dos recursos hídricos e nutricionais do solo, bem como da luminosidade disponível na área. Se a densidade de plantio for demasiadamente elevada (espaçamento restrito entre árvores), tais recursos não serão suficientes para atender a demanda do povoamento, acarretando decréscimo no volume e na qualidade da madeira produzida na área. Se a densidade for demasiadamente baixa (espaçamento amplo entre árvores), as árvores não aproveitarão todos os recursos disponíveis e haverá menor produção por área. Portanto, o planejamento da densidade de plantio deve ter como base a obtenção do máximo de retorno por área. Normalmente, usam-se espaçamentos variando entre 3 m x 2 m e 3 m x 3 m que possibilitam tratos culturais mecanizados. (Fonte: Embrapa).
OBS: Na região de Lages/SC, normalmente usa-se o espaçamento 2,5 x 2,0 para pinus e 3,0 x 2,5 para eucalipto.
O espaçamento afeta, fortemente, o crescimento diamétrico do tronco das árvores e, como está associado à densidade populacional, afeta, também, a intensidade de uso dos recursos hídricos e nutricionais do solo, bem como da luminosidade disponível na área. Se a densidade de plantio for demasiadamente elevada (espaçamento restrito entre árvores), tais recursos não serão suficientes para atender a demanda do povoamento, acarretando decréscimo no volume e na qualidade da madeira produzida na área. Se a densidade for demasiadamente baixa (espaçamento amplo entre árvores), as árvores não aproveitarão todos os recursos disponíveis e haverá menor produção por área. Portanto, o planejamento da densidade de plantio deve ter como base a obtenção do máximo de retorno por área. Normalmente, usam-se espaçamentos variando entre 3 m x 2 m e 3 m x 3 m que possibilitam tratos culturais mecanizados. (Fonte: Embrapa).
OBS: Na região de Lages/SC, normalmente usa-se o espaçamento 2,5 x 2,0 para pinus e 3,0 x 2,5 para eucalipto.
O QUE É CERTIFICAÇÃO FLORESTAL?
A certificação é o instrumento que atesta determinadas características de um produto ou de um processo produtivo.
A certificação florestal visa atestar que determinada empresa ou comunidade obtém seus produtos manejando sua área florestal segundo determinados princípios e critérios. O certificado é entregue à empresa e serve de garantia para o comprador de que o produto vem de uma área manejada de forma ambientalmente adequada, socialmente justa e economicamente viável.
A certificação da série ISO não garante que o produto florestal foi obtido de forma ambientalmente adequada e socialmente justa, pois só certfica os processos industriais.
Veja mais informações sobre Certificação Florestal em MANEJO FLORESTAL
A certificação florestal visa atestar que determinada empresa ou comunidade obtém seus produtos manejando sua área florestal segundo determinados princípios e critérios. O certificado é entregue à empresa e serve de garantia para o comprador de que o produto vem de uma área manejada de forma ambientalmente adequada, socialmente justa e economicamente viável.
A certificação da série ISO não garante que o produto florestal foi obtido de forma ambientalmente adequada e socialmente justa, pois só certfica os processos industriais.
Veja mais informações sobre Certificação Florestal em MANEJO FLORESTAL
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
PLANO DE MANEJO FLORESTAL
O plano de manejo pode ser organizado em três etapas:
1. Na primeira, faz-se o zoneamento ou divisão da propriedade florestal em áreas exploráveis; áreas de preservação permanente e áreas inacessíveis à exploração.
2. A segunda etapa consiste no planejamento das estradas secundárias que conectam a área de exploração às estradas primárias.
3. Na terceira etapa, divide-se a área alocada para exploração em blocos ou talhões de exploração anual.
Saiba mais sobre:
MANEJO FLORESTAL
1. Na primeira, faz-se o zoneamento ou divisão da propriedade florestal em áreas exploráveis; áreas de preservação permanente e áreas inacessíveis à exploração.
2. A segunda etapa consiste no planejamento das estradas secundárias que conectam a área de exploração às estradas primárias.
3. Na terceira etapa, divide-se a área alocada para exploração em blocos ou talhões de exploração anual.
Saiba mais sobre:
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